Refletindo e Evoluindo

Refletindo e Evoluindo

Sobre o Blog

terça-feira, 21 de abril de 2015

Nada de ficar repetindo os mesmos erros, a não ser que você esteja disposto a ter os mesmos resultados e por consequência sentir as mesmas dores. Passe para a próxima fase com mais força e sabedoria, é bem melhor. Reflita e evolua.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pequenos aborrecimentos…

Sair de casa e perceber que esqueceu a chave (Menos mal se você tem como entrar depois).

A bicicleta quebrar bem na metade do caminho pretendido.

Não passar naquela seleção de emprego que prometia grandes oportunidades.

Se perder dos amigos na multidão de carnaval.

Andar tão distraidamente na rua a ponto de pisar num “cocô”. (raiva!).

Não ter como efetuar uma ligação de emergência por ter o celular descarregado.

Voltar de ônibus depois de um dia de trabalho e o passageiro ao lado dormir praticamente em você por estar nitidamente bêbado.

Se atrasar para o primeiro encontro.

Fazer um dia de sol lindo enquanto se esta em casa e depois que você sai começa a cair aquela chuva forte…(detalhe: você não tem nem um guarda-chuva).

Descobrir que um ‘amigo’ acha todo mundo substituível – como um objeto.

Ouvir piadinha pelo fato de terem achado no quarto em que você dormia uma camisinha usada.

O DVD não passar aquele filme que você estava doido para rever.

Perceber que não tem nenhum meio de pagar a passagem do ônibus justamente quando está prestes a passar pela catraca.

Rir tão descontroladamente que um ‘peido’ acaba saindo sem querer.

Viajar mais de 200 quilômetros só para impressionar uma pessoa e no final de tudo ver quão besta você é (mas devo mudar?!)

Compreender que aquela apresentação bacana para o trabalho, aquela que você demorou um tempão para preparar, não vai poder ser apresentada por que o formato que foi salvo é incompatível com o computador – pegadinhas da tecnologia.

Descascar uma laranja para fazer um lanche e perceber que ela está azeda.

Oferecer carona para uma pessoa que você está muito afim, e escutar o carro vacilar e teimar em não pegar – misturando ao ambiente graça e constrangimento (tenso!).

Notar que a bebida acabou e você não ficou nem um pouquinho embriagado.

Ser o último a ficar no barzinho e ver que o dinheiro que as pessoas deixaram não vai dar para pagar tudo. Logo, você vai ter que pagar a diferença (muito chato!).

Chamar uma pessoa para dançar, mesmo não sabendo dançar – e pisar em seu pé.

Comprar para um amigo coisas no seu próprio cartão e ele depois nem ter a consideração de pagar – nem explicar o porquê.

Andar pelas ruas da cidade grande, sob sol forte, e não ter nenhum dinheiro para comprar água.

Ver casais se beijando demoradamente esquecendo a decência, despertando a vontade nos outros (ah…!).

Descobrir que pessoas que só fazer merda na vida continuam fazendo merda e prejudicando outras pessoas.

Não ter condições de fazer aquela viagem fora da programação.

Estar doido para tirar o sapato, mas quando isso acontece a única coisa que importa é calçá-lo novamente devido ao ‘chulé’.

Ouvir os relatos de seus amigos contando o que você aprontou enquanto estava bêbado.

Ter pouco tempo para sorrir com ela e também para fazê-la se arrepiar.

Gente escandalosa a ponto de gritar na hora de malhar.

Aquela prima fofinha que vai com a cara de todo mundo, menos com a sua.

Recordar como estava nas fotos de muito tempo atrás.



Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e futuro Jornalista.

domingo, 12 de abril de 2015

Em alguns momentos somos pequenos, não porque alguém nos faça assim, mas porque deixamos que assim pareça. Em outros momentos somos grandes, porque fazemos nossos pensamentos acontecerem de uma forma maior, e o esperado aconteça. Deixemos nosso interior manipular o exterior, e então seremos tudo aquilo que podemos ser, grandes ou pequenos, conforme nossa vontade possa querer. Nada acontece, se não deixarmos acontecer.


Paola Rhoden

terça-feira, 7 de abril de 2015

São escolhas da vida 
Os caminhos que escolhemos 
Mas elas nos dão o direito de voltar mais tarde, 
com outro olhar do mundo,
quem sabe com mais força para dar aos que ficaram 
Um significado mais profundo 
De tudo que fora aprendemos.

Por Paola Rhoden

segunda-feira, 6 de abril de 2015

AUTOCONHECIMENTO É BEM-ESTAR.

  Quando olho para o meu interior vejo o quanto às vezes nos fazemos de desentendidos para não entender aquilo que realmente precisamos compreender. A verdade sobre os nossos encontros e desencontros, os verdadeiros motivos pelos quais lutamos ou desistimos, quais frustrações do nosso passado tentam atrapalhar o nosso futuro, e como se isso não nos incomodasse, vivemos fingindo como se nada pudéssemos fazer a respeito...  No meu interior percebo quantas vezes sou infiel a mim mesmo e com isso me torno mais infiel de alguma forma ao meu próximo...
 Quando me olho repenso sobre alguns dos meus costumes, conceitos e valores. Passo a olhá-los de uma forma diferente, passo a querer entender se realmente eles são os meus costumes e os meus valores ou se são apenas correntes que me prendem e me tornam uma pessoa que não sou para que de forma patética eu tente impressionar alheios. Com isso passo a limitar o meu Crescimento. O que reflete no meu bem-estar e na felicidade com que tento levar a vida...
     Fico a imaginar se todos fôssemos iguais, se gostássemos das mesmas coisas, se andássemos pelos mesmos caminhos, se tivéssemos a mesma Personalidade. O mundo seria tão sem graças, sem cor, sem alegria, sem motivos. Aí é que vejo que em nossas diferenças possuímos a nossa maior riqueza, aprendo a respeitar e a admirar a preciosidade e a particularidade das outras pessoas. Talvez você não se identifique com 50% ou 100% do que escrevi. Isso não importa se você se respeita, e respeita também ao seu próximo, acredite isso é o mais importante. . .é a base de tudo...

 COMO DIZ A ESCRITORA PAOLA RHODEN: “Um sábio é formado na Universidade do Eu interno”. Então, se você se escuta, estará abrindo as portas para você mesmo. Se você se tranca, estará fechando as portas para o seu crescimento, estará limitando o seu sucesso, o seu bem-estar.

Por Felipe Xavier: Estudante de administração e futuro empresário.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

RAZÃO E EMOÇÃO

Diferentemente do que pensa o senso comum, a força do emocional sobre o racional é muito maior do que o inverso. Se não controlo o que sinto, perco o controle sobre o que penso e logo as minhas atitudes se tornam inconsequentes. O mais interessante é que depois de anos sentados nos bancos da Escola e da Universidade, sendo avaliados apenas pela capacidade de raciocinar, através da resolução de problemas simulados, na hora que encaram o mercado de trabalho, os jovens apresentam muita dificuldade em lidar com as suas emoções. Ansiedade, impaciência, falta de foco, incapacidade de lidar com frustrações, inabilidade para lidar e arrazoar o intangível, imediatismo, fraca abstração, medo do novo etc. Quociente de inteligência vale pra boas notas e para no máximo passar em concursos públicos. Mas para ter sucesso como gestor público ou privado e até como empreendedor, vai precisar estar de bem com as suas emoções. Algumas dicas para manter as emoções saudáveis: Perdoe com facilidade, nutra baixas expectativas, não olhe para a grama do vizinho, não guarde nada debaixo do tapete de suas emoções, seja transparente ainda que isso represente o risco de ser mal interpretado, não ligue para status, não se importe tanto em ser reconhecido, aprecie as coisas simples da vida, gaste tempo com as crianças e tenha sempre em mente que a vida acaba e que quase nada vale a pena a ponto de você permitir que a sua paz seja jogada na lata do lixo. Não é nada fácil colocar tudo isso em prática; mas “sorte” de quem consegue. http://geracaodevalor.com/blog/a-forca-do-emocional-sobre-o-racional/

terça-feira, 3 de março de 2015

QUANDO TUDO ACABA...

Quando tudo acaba não tem porém… nem muito menos argumentos que fazem as coisas voltarem como eram antes.
 Por algum motivo as coisas que eu poderia ter feito não fazem mais diferença, seja porque o seu próprio tempo passou, ou porque alguma circunstância fora de meu controle impede um resultado satisfatório.

  Quando tudo acaba o coração é sufocado e respirar se torna difícil… Há uma série de coisas que flutuam na minha mente… os fatos de momentos felizes aparecem como imagens rápidas, mas por motivo de força maior, nada vai ser como era antes.

Falar se torna complicado… os soluços do choro… a raiva inesperada… a tristeza do fim… as emoções se tornam um furacão que me tira a razão e me leva a perguntar o que fiz de errado.

Quando tudo acaba a vontade para continuar a rotina se vai… O desespero consome meu corpo e sou preenchido pelo medo de não ter aquele futuro planejado… da forma e com os detalhes imaginados… e tudo escapa como água pelas mãos. Os olhos não têm o brilho como antes… E numa difícil luta, procuro entende o que foi que fiz de errado. Às vezes eu penso que tudo aconteceu muito rapidamente… e vem um sentimento de indignação pelo fato de não haver uma conversa esclarecedora.

Quando tudo acaba o ódio preenche cada parte do corpo numa necessidade imensa de combater irracionalmente a outra pessoa. Não basta sofrer… não basta ficar calado. É preciso fazer o mundo saber que alguém me fez sofrer.

 Realmente é preciso fazer isso?!

 Eu preciso fazer isso?!!

Quando tudo acaba o que é realmente necessário é um tempo para si. Precisamos de um tempo para acalmar nossos sentimentos, entendê-los e não reprimi-los. Precisamos de um tempo para nos reinventarmos… para redefinir o projeto do amanhã. Precisamos de um tempo para entender que, como diz a escritora Martha Medeiros, é normal morrer várias vezes numa única existência, pois assim perdemos o medo e finalmente crescemos enquanto seres humanos.

Quando tudo acaba… não se tem aquilo que deseja… Posso deixar minha alma se afundar, ou acordar com fé para reencontrar a segurança e viver de forma autêntica.

 Eu poderia dizer “volta a dormir e enfrenta teus medos”…

 Mas eu digo “desperta e enfrenta teus medos”…

 Desperta, porque apesar de tudo ter acabado, ainda (sempre) nos resta uma escolha a ser feita. Escolha ou escolhas…singular ou plural… não importa. Não vou dizer que é fácil…porque, de fato, não é…. No entanto, se o sistema está com problemas, podemos reiniciá-lo e criar novas configurações…alterar e alcançar outras mudanças.

Quando tudo acaba você pode se reencontrar consigo mesmo Você pode optar por esquecer tudo o que te aconteceu – como se fosse uma injustiça ou um castigo de Deus, ou encarar com serenidade todas essas provações e conseguir o respeito. Respeito por estar na condição humana. Respeito por entender um pouquinho mais do que é viver. Respeito ao seu próprio tempo de aprendizado. E respeito por quem aparentemente te fez sofrer… Outras pessoas não vão te entender… mas a opinião delas não é necessariamente importante. É você que deve se encontrar nesta caminhada chamada vida.

Quando tudo acaba… ainda há continuação, amor e ponto de exclamação. 

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e futuro Jornalista. @CapitaoCoragem